segunda-feira, maio 20, 2013
Extra! Extra!
Hanna – Crítica

Hanna – Crítica

Erik passou vários anos da sua vida dedicando-se a agência de segurança na qual trabalhava. Nesse tipo de agência é comum haver conflitos de opinião e de interesse, com Erik não foi diferente, após apoiar convictamente seus superiores ele acabou se apaixonando por uma das futuras agentes a qual seu treinamento lhe foi designado. Dessa paixão resultou-lhes uma filha, Hanna. As coisas se complicaram e ele foi obrigado a levar a filha para um local longe, isso quando ela ainda era uma criança. A complexidade da situação fez com que Erik criasse Hanna de uma maneira nada comum. A menina passou toda sua vida treinando lutas, estratégias, trabalhando sua força física, e isso sem esquecer de mencionar as aulas que seu pai lhe dava sobre conhecimentos gerais.

Durante toda a criação de Hanna Erik sempre deixou claro que chegaria um dia no qual ela teria que desempenhar um papel para o qual ela havia sido criada, e treinada, constantemente durante toda sua vida. Com o passar dos anos sua vida pacata num continente distante foi deixando de ser o suficiente para Hanna, o que fez com que ela se torna-se mais e mais exigente. Ela sempre dizia a seu pai que estava pronta e que as coisas que ela conhecia apenas pelos livros começaram a ser uma necessidade que a leitura não conseguia mais sanar.

Não é fácil para um agente deixar seu trabalho e jamais ser procurado, e com Erik não foi diferente, apesar de ter se afastado da Agência a muitos anos, sua superior, Marissa Weigler não esqueceu de seu desertor fazendo com que Erik sempre tivesse em mente que precisaria não só proteger Hanna, mas também treiná-la para que um dia ela pudesse se defender e acertar as contas com Marissa. No dia em que Hanna decide mudar as coisas, seu pai precisa partir e os dois combinam de se reencontrar assim que Marissa não for mais um problema, o que coloca em prática todos os planos e treinamentos que haviam sido passadas para Hanna.

Após os agentes encontrarem Hanna na pequena cabana onde ela morava com seu pai, eles a levam para um centro onde a agência se reunia, lá ao tentarem enganá-la durante um interrogatório, eles percebem que Hanna não é apenas uma simples criança, o que fica claro quando ela mata uma agente e três soldados com as próprias mãos. Começa ai a luta de Hanna pela sobrevivência e para reencontrar seu pai.

Joe Wright acerta na medida quando resolve misturar a delicadeza e excelente atuação de Saoirse Ronan (Um Olhar do Paraíso) no papel da destemida Hanna. A atriz não só surpreende como deixa claro que ela está ai para o que der e vier. O elenco conta com Eric Bana (Star Trek) e Cate Blanchett (O Senhor dos Anéis). A trilha sonora conta com The Chemical Brothers o que por si só já é boa parte da emoção.

Sobre hersounds

Pseudo um monte coisas, mas, ativamente, pouquíssimas delas. Professora, escritora, blogueira, gamer, resenhista e outras coisas, ou não. Sou uns cinco anos mais velha do que diz na minha ID, e sou, infinitamente, mas anti-social que pareço ser, mas sou gente boa, ou não, depende do dia ;)

Um comentário

  1. Hanna foi criada em laboratorio, seus genes foram modificados, o programa de alteracao genetica é fechado e os bebes exterminados, mas o personagem do erick bana salva a Hanna, fugindo com ela.

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